Aracati também é rica em gastronomia

 

Jangadas percorrem o litoral formando um cenário lindo e perfeito, de belezas naturais encantadoras

 

Aracati é cercada por diferentes tipos de belezas naturais. Seu litoral é famoso no mundo inteiro principalmente pela conhecida praia de Canoa Quebrada. Além do seu litoral, a cidade possui um conjunto arquitetônico tombado pelo IPHAN, testemunho da época em que o porto natural recebia comerciantes portugueses e de outros estados brasileiros em busca da carne de sol. A beleza das dunas e das falésias faz o pano de fundo. As noites são muito animadas em todo o estado do Ceará, com restaurantes de diversas especialidades internacionais, bares e boates.

Canoa Quebrada foi descoberta nas décadas de 60 e 70 – época em que o local era habitado apenas por uma tribo indígena e alguns pescadores. Neste local, hippies (a maioria de países europeus) encontraram um lugar quase inacessível, com um povo simples e hospitaleiro. Até hoje os nativos preservam a vila de pescadores com as mesmas casas do passado feitas de barro, onde muitas vezes serviu de hospedagem para os visitantes.

 

Broadway – Canoa

Desde aquela época, a região mantém a sua beleza, e evoluiu e muito a sua estrutura receptiva. As jangadas percorrem o litoral utilizando da pesca artesanal o seu principal sustento e, agora também servem aos diversos restaurantes e bares da cidade. Destaca-se ainda o rio Jaguaribe que passa ao lado da cidade, formando um cenário lindo de belezas naturais encantadoras. O símbolo da praia de Canoa Quebrada foi esculpido nas falésias da praia.

Roteiro da satisfação no Festival de Gastronomia do Aracati

A famosa moqueca de arraia da barraca do Armandinho (Majorlândia – Aracati), que no Festival era vendido em uma porção de R$ 10. O Armandinho apresenta o menu e a comida é feita por sua esposa Carolina.

Acarajé da Cobra (Aracati). Filha de cearense do Aracati com um baiano, Cobra envolve a família toda no preparo da iguaria. Segundo ela, sozinha não daria conta. O pequeno custou R$ 8.

O Pastel da dona Nega (Canoa Quebrada – Aracati) é obrigatório para quem passa por Canoa Quebrada. Desde 1971, dona Nega faz seu pastel com massa artesanal, aberta na hora e o famoso (perfeito) recheio de arraia com banana (custou R$ 13).

Anette Libertinni (Casa Cultural – Canoa Quebrada) apresentou uma casquinha de vôngole com farofa e queijo coalho maçaricado (R$ 18) especial para o evento e ainda ganhou o concurso gastronômico do evento. A gente provou essa maravilha com um vinho branco vendido pela @dorigem.

Barraca da Boneca (Redonda – Icapuí) virou nosso desejo de férias quando conhecemos Janilo e família fazendo espetinhos de camarão e lagosta no festival de 2019. Em 2021, a gente foi para Icapuí por causa dele e, claro que passamos pelo seu stand nesse ano também. Pedimos um prato com lagosta, camarão e farofa saiu a R$ 28. Para acompanhar, a maravilhosa IPA da @cervejadragaodomar (Aracati) por R$ 10.

Camarão Icapuí (custou R$ 20) foi a proposta da barraca João Velho (Requenguela – Icapuí). É lá que tem um ensopado de búzios imperdível.

As doçuras se encontravam todas no mesmo espaço do evento. Lá, compramos o espetinho de morango com chocolate da Delicie (Aracati), os brigadeiros da Ângela Doces (Canoa Quebrada) e o canjirão do Visual Lanches (mercado municipal de Aracati).

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