O Retorno da Realeza: Juliana Paes Brilha na Viradouro no Carnaval 2026
Após 17 anos longe do posto, a atriz emocionou a Sapucaí como Rainha de Bateria em um desfile histórico assinado pela alta-costura internacional.
RIO DE JANEIRO – A madrugada desta terça-feira, 17 de fevereiro de 2026, marcou um dos reencontros mais aguardados da história recente do Carnaval carioca. Sob gritos de “é campeã”, a atriz Juliana Paes cruzou a Marquês de Sapucaí à frente da bateria “Furacão Vermelho e Branco”, da Unidos do Viradouro, consolidando seu retorno triunfal como rainha de bateria da agremiação de Niterói.
Um Figurino de Alta-Costura na Avenida
Pela primeira vez na história do Sambódromo, uma grife de luxo internacional assinou a fantasia de uma rainha de bateria. Juliana desfilou com um figurino exclusivo da Dolce & Gabbana, desenvolvido em parceria com artesãos da própria escola.
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Detalhes da Fantasia: A peça, que exigiu mais de 250 horas de trabalho, era composta por tons de dourado e vermelho brilhante, cravejada de pedrarias.
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Simbolismo: Na cabeça, a atriz ostentava uma coroa barroca com três estrelas, uma referência direta aos três títulos de campeã do Grupo Especial conquistados pela Viradouro (1997, 2020 e 2024).
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Composição: O visual foi completado por botas gladiadoras e uma imponente capa de plumas vermelhas que conferia movimento dramático a cada passo da rainha.
Homenagem e Emoção Pessoal
O retorno de Juliana Paes, aos 46 anos, não foi apenas uma decisão estética, mas um gesto de afeto. A atriz aceitou o convite pessoal do Mestre Ciça, lendário comandante da bateria e grande homenageado do enredo da escola em 2026, intitulado “Pra Cima, Ciça”.
A conexão emocional foi um dos fios condutores do desfile. Juliana, que reinou na Viradouro entre 2004 e 2008, revelou em entrevistas que a volta também realizou um desejo de seu pai, Carlos Henrique Paes, falecido há cerca de um ano. Durante a passagem pela avenida, a atriz não conteve as lágrimas ao lado de Ciça, descrevendo o momento como um “reencontro de alma”.
O Impacto no Desfile
A Viradouro, terceira escola a desfilar na segunda noite do Grupo Especial, apostou na sinergia entre a técnica impecável de sua bateria e o carisma de sua rainha. A performance de Juliana, que interagiu intensamente com os ritmistas e o público, foi um dos pontos altos da apresentação, fortalecendo a escola na disputa pelo título de 2026.



