Abertura da exposição Memento Mori de Isaac Furtado foi bastante prestigiada.

A abertura da exposição Memento Mori, do artista plástico, médico e escritor Isaac Furtado, ocorrida na noite de ontem foi bastante prestigiada. Mais de 200 nomes foram a B Galeria da Fast Frame, conferir a expô e abraçar o artista que festejava mais um  ano de vida.  A mostra, que ficará em cartaz até o dia 12 de novembro, tem curadoria de Andréa Dall’Olio Hiluy e apresenta trabalhos criados na pandemia, a partir de 2020, até a atualidade. Obras inéditas entre desenhos, objetos e pinturas sobre suportes inusitados como caixas de vinho, madeiras maciças, espelhos, dentre outros, e os tradicionais, como papel e telas. Isaac Furtado entrou numa temática “Memento mori” que em latim significa “lembre-se que você vai morrer”, onde foram pintados crânios, ossos, flores, pássaros, borboletas e objetos de natureza morta, tema que refletia a angústia do período de pandemia, com detalhes de anatomia e efeitos de “trompe l’oeil” – Ilusão de ótica.  “Memento Mori” é um recorte de toda sua produção que trabalha com a beleza imortal, vai além da atualidade e dos padrões de beleza. É um convite ao diálogo com as obras e com o nosso âmago.  Ora elas sussurram um mistério, silêncios que não são respondidos, ora elas gritam, expondo a essência da vida e o enigma da morte.

 

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