Festival Mulheridades chega à 4a Edição trazendo discussões sobre inclusão digital e segurança na web
Realizado pela Prefeitura de Fortaleza, por meio do Gabinete da vice-prefeitura, o Festival Tem programação gratuita e acontece nesta sexta-feira (28/07), no Cuca Jangurussu.
Nesta sexta-feira (28/07), a partir das 15 horas, tem início a 4a edição do Festival Mulheridades. Com o tema “Do abismo digital à inteligência artificial: reflexões necessárias”, a programação discute as desigualdades nas condições de acesso à internet no Brasil. Um Estudo realizado em 2022 identificou que 33,9 milhões de pessoas estão desconectadas e Outras 86,6 milhões não conseguem se conectar todos os dias. Ainda segundo o Levantamento, esses grupos são formados principalmente por pessoas negras, que estão Nas classes C, D e E, e que são menos escolarizadas (Fonte: Pesquisa Instituto Locomotiva e a consultoria PwC). Neste contexto, o 4° Festival Mulheridades se propõe a ser um espaço de diálogo, debate e reflexões sobre questões relacionadas aos recortes de gênero e raça, ligados à inclusão Tecnológica e acesso à internet.
Esta ação também contempla o Quinto ODS (Objetivo de Desenvolvimento Sustentável – igualdade de gênero), além de fazer parte das iniciativas da Chancela Fortaleza Cidade do Design.
Para o vice-prefeito Élcio Batista, debater esse tema é importante para “abrir caminhos” e “superar as desigualdades sociais e culturais”, sobretudo, no acesso às tecnologias.
Só participaremos efetivamente da nova economia mundial se tivermos competitividade na Sociedade do conhecimento e isso passa, necessariamente, pelo domínio dos processos Tecnológicos”, justifica.
Programação
CUCA JANGURUSSU
28/07 – 15h
Roda de conversa: Tecnologia para quem? Avanços e apontamentos necessários Mediação: Joamila Brito, Mestra em Computação Aplicada e bacharela em Engenharia da
Computação, e Netta Honorato, Conselheira Nacional dos Direitos das Mulheres. O debate buscará ter como voz as juventudes, apontando quais os principais desafios por
elas enfrentados e que soluções podemos edificar para solucionar esse abismo digital. O anseio é promover uma “teia” de reflexões, espaço de escuta, rede de apoio, reflexões, segurança psicológica e fomento de ações inclinadas para disseminar mais possibilidades de acesso ao meio digital.
28/07 – 17h
Violência de gênero na internet: Como promover espaços seguros para as mulheridades nas redes sociais Mediação: Silvinha Cavalleire, Conselheira Nacional dos Direitos da Mulher e Presidenta Nacional da UNALGBT Ter como voz as mulheridades em sua ampla diversidade. A meta é responder algumas perguntas, como, por exemplo: Me sinto segura sendo uma mulher trans, gorda, preta periférica na internet.
Mini-bio palestrantes:
https://docs.google.com/document/d/1nc3zoWP_FIbOI-oWVzQQCzTviOknyMRTkwuwA1_p
HfM/edit
Sobre as edições anteriores:
1a Edição – “Lugar de fala, subjetividades e respeito”
https://docs.google.com/document/d/1VG87fxVmlWlZgpAqut3ru2xkmK6gC4E_txBGJouvElw
/edit
2a edição – “Existências, Paixões e Escrita”
https://docs.google.com/document/d/1iOwWY_2GzT2W92rfEhatlDx7-1n2MLdLOAjwgE89b4
8/edit
3a edição – “Design Social e Cidadegênero: o mundo pós-pandemia é feminino”
https://docs.google.com/document/d/1tEjBhelEkq_RgugL4aLiVEvnZBbmVGs0qFJx-EmixUI/
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