Viúva de Pelé abre mão de ser inventariante, e goleiro Edinho deve assumir

 

 

A viúva de Pelé, Márcia Aoki, abriu mão de ser a inventariante do espólio deixado por Pelé. A lei determina que o cônjuge sobrevivente tem o direito de exercer a função. Ela, no entanto, declinou, e o inventariante será o goleiro Edinho, um dos seis filhos do rei.

Márcia e o craque se casaram em julho de 2016. O ex-jogador já tinha 75 anos.

 

Como a lei obriga todas as pessoas que têm mais de 70 anos a se casarem no regime de separação obrigatória de bens, Márcia não teria direito à herança depois da morte do marido.

 

Pelé, no entanto, deixou um testamento, assinado em 2020, destinando 30% de todos os seus bens a ela –e especificou justamente a casa dele no Guarujá como bem que deve ficar com Márcia.

 

O patrimônio do craque deve ser ainda dividido entre seis filhos e os dois netos de sua filha Sandra, que morreu de câncer em 2006.

 

Desta forma, a viúva será a principal herdeira. Cada um dos demais deverá ficar com cerca de 10% do total dos bens.

 

Pelé admitiu ainda em seu testamento que pode ter uma outra filha, fruto de um relacionamento com Maria do Socorro Azevedo, que movia uma ação na Justiça para que ele reconhecesse a paternidade.

 

Os herdeiros de Pelé já foram orientados a se submeter a um exame de DNA para, em caso positivo, agilizar o reconhecimento e o andamento do inventário.

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